segunda-feira, 9 de junho de 2014

137º Dia

Fazem quase 100 dias que eu não escrevo nada por aqui e muita coisa aconteceu durante esse tempo.
Estava muito ocupada com as coisas da Faculdade e as provas orais que os prof húngaros insistem em fazer.

Durante esse meio tempo fiz algumas viagens e como não falei de nenhuma ainda, vou começar pela primeira.

No dia 17 de Março estava embarcando pra minha primeira aventura, um fim de semana na Capital Russa. Como morar um ano no exterior e não visitar o maior país do mundo, né?

Pisei em território Russo e já senti um ar mais pesado :/ .E assim que saímos fizemos questão de arrumar um mapa, por que não conseguíamos ler muita coisa (maldito alfabeto cirílico) e pudemos perceber que quase nenhum Russo falava Inglês.
Pegamos um transfer até o metro mais próximo. Assim que cheguei ao metro, tive minhas próprias impressões sobre os Russos e sim, concordo com tudo o que ouvi antes de ir para lá. O povo é grosso e eles não fazem questão de ajudar ninguém. Se eles querem passar e você está na frente, não pedem com licença e já vão logo te empurrando (presenciei isso váaaarias vezes e inclusive aconteceu comigo).
Já estava totalmente desapontada, até que...



 dei de cara com tamanho esplendor....
A minha viagem valeu a pena no segundo que eu enxerguei tamanha beleza nas fortificações, chamadas Kremlins (Que é uma palavra Russa, e significa Fortaleza). Todos os complexos fortificados encontrados na Russia, recebem esse nome.

Fiquei perplexa com o tamanho e as cores dos edifícios e da cidade.
Como não se deslumbrar ao estar frente a frente com a Catedral de São Basílio?


Todo lugar que entramos por lá (Museus no Kremlin, Basilica, etc) , tivemos que passar por detectores de metal, e em nenhum dos lugares podíamos entrar com mochilas. Eles tinham salas especiais para colocar as mochilas..mas antes de deixar elas por lá, sempre passavam pelo raio-x. Por que será né? rs.
E infelizmente não pude tirar foto em nenhum deles. :( guardo as belas imagens apenas na memória.




Assim como foi um desafio chegar até o centro, também foi um desafio voltar para o aeroporto, afinal não conseguíamos entender nada do que estava escrito e não havia nenhum Russo disposto a ajudar. Mas graças a Deus estamos todos vivos.
Até um dia #MotherRussia




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